Você já comprou uma pamonha que parecia "passada", seca ou sem aquele brilho característico do milho fresco? O segredo para evitar isso e entregar uma pamonha gourmet inesquecível começa muito antes do fogão: começa na escolha da espiga.
Na Pamonha Oeste, tratamos o milho como um ingrediente nobre. Hoje, vamos abrir as portas da nossa cozinha e contar como selecionamos a base da nossa tradição.
1. O Ponto de Maturação: O "Leite" do Milho
O milho para a pamonha não pode ser nem muito "mole" (novo demais), nem muito "duro" (seco). Existe uma janela de apenas 2 a 3 dias em que a espiga está no ponto ideal. É nesse momento que o grão está repleto do "leite" de milho — o amido natural que garante a cremosidade sem precisar de farinha ou espessantes.
2. A Cor e a Textura da Palha
Uma palha bem verde e firme é o sinal de que o milho foi colhido há pouco tempo. Milho velho perde o açúcar natural rapidamente, transformando-o em amido pesado. Por isso, nossa produção é focada no frescor absoluto.
3. O Processo Artesanal de Ralação
Diferente de processos industriais que trituram tudo, a pamonha artesanal respeita a fibra do milho. Ralamos o milho de forma que a textura final seja aveludada, mantendo o sabor característico que você só encontra no interior de Goiás.
Por que isso importa para a sua Pamonha Congelada?
Muitas pessoas acham que o congelamento esconde defeitos. Pelo contrário! Se o milho não for de alta qualidade na origem, o congelamento irá acentuar a falta de sabor. É por selecionarmos apenas o "filé" da colheita que a nossa pamonha congelada mantém o padrão gourmet em qualquer lugar do Brasil.
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